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Lucro da Brasil Foods recua 10% no terceiro trimestre

Receita bruta no mercado interno cresceu 8% no terceiro trimestre, para R$ 4,118 bi

São Paulo, SP, 16 de Novembro de 2010 – Apesar do desempenho operacional positivo, uma deterioração dos números no campo financeiro e o aumento da carga de impostos sobre os resultados derrubaram o lucro da Brasil Foods – empresa resultante da fusão entre Sadia e Perdigão – no terceiro trimestre.
Entre julho e setembro, o lucro líquido da empresa de alimentos somou R$ 190 milhões, marcando queda de 10% na comparação com os ganhos de um ano antes (R$ 211 milhões). Os números do terceiro trimestre de 2009 já consideram as operações combinadas, dado que os resultados da Sadia passaram a ser incorporados aos da Perdigão em julho daquele ano.
O balanço do trimestre foi comprometido por perdas líquidas de R$ 47 milhões no resultado financeiro, invertendo os ganhos de R$ 223 milhões observado nesta linha um ano antes, quando houve uma influência de receitas obtidas com o impacto da variação cambial sobre a dívida, além de resultados positivos com as aplicações de recursos obtidos na última oferta primária de ações do grupo.
A Brasil Foods também teve que deduzir R$ 107 milhões em impostos e contribuições sociais, superando com folga as despesas de apenas R$ 25 milhões do terceiro trimestre do ano passado – pouco significativas por conta do resultado negativo registrado pelo grupo naquela época.
No campo operacional, a companhia ampliou em 8% a receita líquida, para R$ 5,702 bilhões. O resultado operacional medido pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) mais que dobrou, passando de R$ 291 milhões, no terceiro trimestre de 2009, para R$ 614 milhões em igual período deste ano. Em um ano, a margem Ebitda subiu de 5,5% para 10,8%.
No balanço, a Brasil Foods atribui o melhor desempenho operacional ao maior volume de produtos processados negociados no mercado doméstico, a recuperação gradual em importantes mercados externos e a redução de custos de produção e despesas comerciais.
A receita bruta no mercado interno cresceu 8% no terceiro trimestre, para R$ 4,118 bilhões, enquanto o faturamento no mercado externo avançou 5%, chegando a R$ 2,421 bilhões.

(Valor Econômico) (Eduardo Laguna)

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