Fechamento de Mercados

AGRONEGÓCIO CONTRA A POBREZA
Os números divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea) sobre a pobreza e a miséria no país confirmam a força e o efeito multiplicador do agronegócio do Paraná.

MENOS MISÉRIA
O aumento do emprego formal no Estado contribuiu para que ele fosse um dos três a apresentar maior redução da taxa da pobreza absoluta no período entre 1995 e 2008.

MAIS EMPREGOS
“Aproximadamente 1,6 milhão de pessoas saiu da condição de pobreza e miséria. A taxa de pobreza absoluta, que em 1995 era de 39,1%, caiu para 18,7% em 2008”, disse Júlio Suzuki, analista de conjuntura do Ipardes. O agronegócio gera crescimento do emprego não apenas na capital, mas principalmente no interior do Estado.

EFEITO DOMINÓ
“Se cresce a agropecuária, o comércio vende mais e gera mais  empregos, melhorando as condições de  vida das pessoas”, dizem os técnicos do Instituto.

QUEDA DOS PREÇOS
O Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista (IqPR), que mede os preços pagos ao produtor rural, caiu 2,59% na segunda quadrissemana deste mês, segundo o Instituto de Economia Agrícola, da Secretaria da Agricultura de São Paulo.

VEGETAIS DESPENCAM
O índice de preços dos produtos de origem vegetal recuou 4,55%, enquanto o de produtos de origem animal subiu 2,28%.

TOMATE FRACO
As quedas mais expressivas ocorreram no tomate para mesa (40,46%), batata (18,26%), feijão (16,44%), laranja para mesa (6,24%), cana-de-açúcar (4,64%) e carne suína (3,96%). No caso do tomate, a queda se deve à maior oferta do produto.

ALGODÃO RECUA
A maior oferta de algodão em pluma, devido à intensificação da colheita, derrubou os preços do produto nos últimos dias, conforme pesquisas do Cepea. No período de 13 e 20 de julho, o Indicador Cepea/Esalq com pagamento em 8 dias caiu 1,22%.

TRIGO BAIXO
Os preços internos do trigo não acompanharam a alta expressiva no mercado internacional, segundo as pesquisas do Cepea/Esalq. Os valores por aqui foram os mais baixos desde 2002. Lá fora, a alta das cotações foi consequência da preocupação quanto ao clima nas principais regiões produtoras.

ALTA DO ETANOL
Entre 12 e 16 de julho, o Indicador semanal Cepea/Esalq do etanol anidro fechou a R$ 0,9431/litro (sem impostos), com expressiva alta de 5,1% sobre a semana anterior. O hidratado fechou a R$ 0,8245/litro (sem impostos), aumento de 6,75% no mesmo período.

MECÂNICA DO MERCADO
Os analistas do Cepea lembram que estes preços se aproximam dos registrados no início de abril deste ano (em termos nominais), quando começou a safra no Centro-Oeste. O mercado teve dois movimentos na semana passada. Primeiro, as cotações foram pressionadas pela alta demanda. Depois, a negociação diminuiu, com a estabilização dos preços.

MILHO SOBE 4%
Na semana passada, os preços do milho no mercado brasileiro subiram 4,34%, fechando a R$ 18,98 a saca de 60 kg na segunda-feira, 19, segundo o indicador da Esalq/Usp. Na bolsa paulista, a saca do cereal para setembro subiu hoje 57 centavos, para R$ 20,04.

CHUVA NA COLHEITA
As chuvas atrapalharam a colheita no Sul e Sudeste do país. Outro fator é que os vendedores acreditam na alta das exportações nas próximas semanas.

CHICAGO A US$ 3,93
Na bolsa de Chicago, os contratos para dezembro, os mais movimentados, fecharam a US$ 3,93 o bushel, com alta de 6 cents.

REDUZIR OS GASES
Estudo realizado por cientistas brasileiros e norte-americanos confirmam que a eliminação do desmatamento é a melhor forma de reduzir a emissão de gases de efeito estufa (GEE) em regiões como o Mato Grosso, onde a fronteira agrícola avança sobre o Cerrado.

IMPACTO DAS EMISSÕES
Manejo agrícola e o uso adequado do solo, segundo o estudo, também podem contribuir para a redução das emissões. Os cientistas fizeram uma estimativa dos impactos das emissões de gases em diferentes cenários de desmatamento e usos do solo em Mato Grosso.

NOVAS VARIEDADES
A Dow AgroSciences lançou no mercado nacional seis novas variedades de sementes de soja. Dentre estas, quatro são destinadas ao Sul do país, e duas ao Cerrado brasileiro, com adaptações específicas para maior produtividade.

PREÇO AVANÇA
Os contratos da soja para novembro subiram 5,5O cents, para US$ 9,78 o bushel. Agosto encerrou a sessão de hoje em Chicago a US$ 10,15 o bushel na bolsa de Chicago. Na BM&FBOVESPA, a soja mais negociada, maio 11, foi cotada a US$ 22,09 a saca.

CAFÉ DESPENCA
Em Nova York, o café arábica para entrega em setembro caiu para 157,30 cents por libra-peso. Na bolsa de Londres, os contratos do robusta para setembro recuaram US$ 12, encerrando a sessão desta quarta a US$ 1.672 a tonelada.

AÇÚCAR FORTE
Os preços do açúcar demerara subiram 1,10% na sessão desta quarta-feira, para 17,47 cents por libra-peso em Nova York no vencimento outubro, o contrato mais líquido. Em Londres o açúcar refinado, para outubro, subiu US$ 3,90, encerrando o dia a US$ 542 a tonelada.
DÓLAR A R$ 1,78
O dólar no balcão recuperou parte das perdas de ontem e fechou a R$ 1,78, com alta de 0,62%.
BOI GORDO
Na BM&FBOVESPA, a arroba do boi gordo encerrou o dia a R$ 84,79, com alta de 48 centavos. Para outubro, na entressafra, o boi gordo foi cotado a R$ 86,70, com ganho de 81 centavos.
GANHO NO SUCO
Os contratos do suco de laranja em Nova York para entrega em setembro foram cotados a 143,40 cents por libra-peso, alta de 1,09%.

FECHA ASPAS
“As pessoas que falam muito, mentem sempre, porque acabam esgotando seu estoque de verdades” – Millor Fernandes

DA AGÊNCIA MERCADOS, COM INFORMAÇÕES DA BM&FBOVESPA

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